Coisas da Interwebs

“Taken 2” Trailer Internacional lançado

“Taken” foi um dos filmes mais underrated de 2008, tendo apenas no seu sucesso as diversas críticas da imprensa que aplaudiram Liam Nesson, como o seu argumento sólido.

O primeiro filme contava a história de Bryan Mills, um ex-agente da CIA, agora reformado, que depois de ouvir em directo o rapto da sua filha em França por uma rede de tráfico humano, ele decide caçar os responsáveis e fazê-los pagar.

Ele fê-lo tão bem que agora o pai destes criminosos quer vingança.

Agora em Istanbul, Bryan vê se encurralado quando a sua mulher é feita refém e a sua filha novamente perseguida.

Adorei o primeiro filme. Era consistente, foi bem planificado e as acções iam crescendo até à última cena, por isso espero nada menos que esta sequela seja tão boa, ou melhor, que o primeiro.

Alguns cépticos dizem que este tipo de cinema normalmente é sempre mais do mesmo, mas não consigo engolir isso bem.
Este cenário é completamente possível. As coisas podem realmente chegar a este ponto sem ser apenas “uma coincidência azarenta”.

O filme sai em Outubro deste ano.

“Teenage Mutant Ninja Turtles” regressam ao pequeno ecrã

Confirmado pela Nickelodeon, as “Tartarugas Ninja” voltam à televisão, numa série nova de animação 3D.

Ontem foi lançado o primeiro trailer, só para dar uma pequena ansiedade até ao Outono, altura em que estreia nos EUA, deixando assim os rumores de Michael Bay realizar um reboot (que neste momento está parado) a um canto.

Apesar de não parecer familiar à série animada dos anos 80, estas personagens que marcaram uma geração inteira voltam com o mesmo objectivo, mas mais modernos que nunca.

A última vez que vimos as “Tartarugas Ninja” num ecrã foi em 2007, com o filme “TMNT”, por isso estamos todos de braços abertos para o seu regresso, 5 anos depois.

“Prototype” vai ser um filme (bem, mais ou menos)

Ontem apareceu na interwebs um vídeo que mostra o próximo projecto de Andrew Will, um dos membros da equipa Bandito Brothers, responsável pelo filme “Act of Valor”, onde foram usados como actores, Navy Seals reais.

“The Prototype” embora não seja uma adaptação directa do popular videojogo, tem decerto várias influências directas, sobretudo a tonalidade obscura e ciéntifica.

Nota que o vídeo tem apenas a finalidade de impressionar possíveis investores a financiar a película e que não reflete no produto final.

5 razões porque “Twilight” deveria ter um reboot

Fonte: WhatCulture

Calma. Antes de tudo, vamos começar pelo ínicio.

Rumores contam que a saga “Twilight” poderá ser reiniciada pouco depois da sua conclusão agora no final do ano (coisa de 2014…).
Entretanto, a Summit Entertainment já confirmou que SE acontecesse, seria muito depois deste ano, mas como sempre, depende se a galinha dar ouro ou não.

Isto gerou opiniões mistas, tanto de fãs como de haters.

Mas a WhatCulture decidiu tentar mostrar que esta saga pode ser melhor, sugerindo o seguinte:

  • Perder o sentido da auto-importância.
    Concordo. Apoio que os temas da adolescência devem ser abordados doutra forma e não numa de mostrar que é importante ter namorado. Há que tornar a coisa mais realista e menos fantástica, q.b.
  • Expressões faciais variadas:
    A Kristin Stewart ganhou a fama da “rapariga de uma expressão”, portanto não vejo nenhuma actriz que quererá participar no reboot se isto não mudar. Vamos metê-la a sorrir. Vamos metê-la triste. Vamos metê-la zangada e revoltada. E vamos fazer uma distinção entre tudo!
  • Refazer os efeitos digitais:
    Penso que falo por toda a Team Jacob quando digo que merece um tratamento um bocadinho melhor, quando toca a transformações supernaturais. Mais realismo (e se possível, metam-no assustador… Quero ter medo dele, não lhe dar festinhas…) e menos rasquice…
  • Adicionar um pouco de comédia:
    WhatCulture sugeriu os actores Michael Cera e Jesse Eisnberg para os papéis de Edward e Jacob, respectivamente. Ambos são engraçados duma forma estranha e são acarinhados pelo público. Eu digo, porque não tentar? Michael Cera consegui ser Scott Pilgrim, por isso consigo aceitar a ideia de ele ser um vampiro que… umm… brilha…
  • Mais sensualidade:
    Histórias de amor são todas muito bonitas, mas chega de pequenos avanços. Ninguém bate couro assim durante tanto tempo. Queremos a coisa mais sensual, honesta. Não há nenhum adolescente que não pense em sexo, portanto estes não serão diferentes.

 Dito isto, veremos como a coisa corre. Se a história do cinema recente se repetir, só na próxima década teremos este reboot, mas será que haverá falta de dinheiro até lá?

Novo trailer de “The Dark Knight Rises”

Assim do nada, foi lançado um novo trailer do último filme da trilogia de Nolan, que apesar de mostrar pouco de novo, consegue ainda dar uns bons arrepios e entusiasmar até à estreia em Agosto.

Novo filme dos Wachowski (com Tom Tykwer): Cloud Atlas

Pouco se sabe sobre o novo filme dos criadores de “The Matrix”, apenas que é co-realizado por Tom Tykwer e que o filme conta seis histórias diferentes, decorrendo entre elas géneros, tempos e locais distintos.

Não se sabe se elas de alguma forma se interligam ou se têm algum tipo de fio condutor comum entre elas, mas sabe-se que vai estrear mais cedo que previsto, passando de 6 de Dezembro a 26 de Outubro deste ano.

No elenco estão grandes actores como Tom Hanks, Hugo Weaving, Hugh Grant e Halle Berry, entre outros.

Depois do enorme flop do colorido “Speed Racer”, mal posso esperar pelo regresso dos Wachowski. Pressinto que depois de definirem há pouco mais de uma década o cinema de Hollywood, se jogarem bem as cartas, podem muito bem voltar a fazê-lo.

5 Coisas sobre “Batman Returns”, na comemoração do seu 20º aniversário

Fonte: The Playlist

Batman comemore este ano o seu vigésimo aniversário. Começo a sentir me bastante velho… Quase que não acredito que já passaram 20 anos…

Entretanto, o blog The Playlist compôs uma lista de 5 coisas interessantes sobre o filme:

1 – Robin quase entrou no filme, com Marlon Wayans no papel.

2 – Anette Benning iria ser Catwoman

3 – Tim Burton tinha designs para um terceiro Batman.

4 – Danny Elfman compôs a banda sonora como se duma opera se tratasse.

5 – Em 1992, os adultos não estavam felizes com a tonalidade mais obscura do filme.
Disto tudo, há aqui coisas curiosas, sobretudo os últimos três pontos.

Se um terceiro Batman quase existiu, foi porque a evolução da personagem assim o exigiu. Tim Burton, mente louca e negra, sabe expôr em imagem a sua fantasia louca e fantástica.
Isto tudo começou porque os filmes começaram a tornarem se autênticos franchises que agora todos conhecemos e adoramos.
Os responsáveis pelos produtos oficiais estavam entusiasmados para lançarem coisas novas e isso exigiu uma planificação da personagem num estado mais cedo da produção.

Passando ao grande compositor Danny Elfman e a sua ideia genial de tratar “Batman Returns” como uma opera, se hoje voltarmos a ver o filme com isso em mente, iremos perceber que assenta que nem uma luva. Um filme assim, com uma banda sonora épica, que tal exige, para um filme produzido por Tim Burton. Há coisas fantásticas, não há?

Finalmente, o filme originalmente estava com um rating de PG-13 (equivalente ao nosso M/12), mesmo com a temática negra, obscura e de algo muito próximo a filmes de terror. Em 1992 as coisas não eram tão levadas a sério (relembro da polémica bastante tardia de “Regresso ao Futuro”, onde um adolescente convivia regularmente com uma pessoa de meia idade…). As coisas eram diferentes na altura e claro, se fosse agora em 2012, o filme muito provavelmente levaria um Rated-R (M/16).